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AÇÕES E LUTAS DO DEPARTAMENTO DA MULHER E GÊNERO
Igualdade de oportunidade e salários entre homens
e mulheres no mercado de trabalho.
Combate ao assédio sexual e moral.
Prevenção da saúde.
Igualdade de gênero e raça, erradicação da pobreza
e geração de emprego.
Programas específicos de formação sindical.
Criação do departamento da mulher e gênero em todas
as entidades filiadas.
Políticas públicas e responsabilidade social do
movimento sindical na questão de gênero, raça e
etnia.
Cláusulas específicas nas convenções coletivas de
trabalho que tratam das questões de gênero e raça.
Comissão permanente de negociação de gênero, raça
e etnia.
ATIVIDADES DO DEPARTAMENTO DA MULHER E GÊNERO
Realizamos e apoiamos todos os anos vários cursos,
manifestações e seminários com objetivo de preparar
nossos dirigentes, nossas trabalhadoras para o mercado
de trabalho e estar aptas para preparar planos de
combate à violência contra a mulher, políticas públicas
de igualdade para as questões de gênero, raça e
etnia. Alguns das atividades que participamos e
realizamos:
Dia Internacional da Mulher;
Seminário sobre "Prevenção da Saúde e Gênero";
Manifesto Contra a Violência;
Oficina de Trabalho "A Participação da Mulher no
Mundo do Trabalho";
Curso de Princípios Básico para Participação de
Lideranças Sindicais em Políticas Publica;
Seminário "Responsabilidade Social e o Movimento
Sindical";
Mulheres no Mercosul;
Projetos de Gênero da Icem para América Latina e
Caribe;
Conferencias Mundial, Nacional, Estaduais e Regionais
de Mulheres;
Curso de Igualdade nas Negociações Coletivas;
Campanha pela Igualdade de Oportunidade e Salários
entre Mulheres e Homens no Trabalho;
Projeto Verão Sem AIDS;
Campanha de Sindicalização das Mulheres Trabalhadoras;
O Desafio da Inclusão Social;
Seminário - Projeto "Um Olhar de Gênero na Identificação
e prevenção de Riscos nos Processos de Trabalho";
Seminário Nacional Saúde Mental Trabalho e Assédio
Moral;
1ª Oficina Sindical de Formação de Planejamento
do Programa de Fortalecimento Institucional para
a Igualdade de Gênero e Raça, Erradicação da Pobreza
e Geração de Emprego - GRPE;
1º Encontro Nacional de Mulheres Trabalhadoras na
Industria;
Maria
Auxiliadora dos Santos
Presidente |
O
QUE É VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER?
O drama
da violência contra a mulher faz parte do cotidiano
das cidades, do país e do mundo. É um fenômeno antigo,
silenciado ao longo da história. Tratado como natural,
inerente à condição humana, tem sido bastante banalizado
e considerado algo menor, sem importância. No entanto,
a erradicação da violência generalizada exige o fim
da violência contra a mulher. Esse é o primeiro tipo
de violência com o qual o ser humano entra em contato,
desde o início de sua infância. É uma questão social
e impõe-se a participação de todos para sua prevenção.
Violência, em seu significado mais freqüente, quer
dizer uso da força física, psicológica ou intelectual
para obrigar outra pessoa a fazer algo que não está
com vontade; é constranger, é tolher a liberdade,
é incomodar, e impedir a outra pessoa de manifestar
seu desejo e sua vontade, sob pena de viver gravemente
ameaçada ou até mesmo ser espancada, lesionada ou
morta. É um meio de coagir, de submeter outrem ao
seu domínio, é uma violação dos direitos essenciais
do ser humano. A violência pode ser de vários tipos
com: policial, institucional, social, econômica, política,
estatal, ético-racial e outras.
O QUE É ASSEDIO MORAL NO TRABALHO?
É a exposição das trabalhadoras e trabalhadores
a situação de humilhação e constrangedoras, repetitivas
e prolongadas durante a jornada de trabalho, sendo
mais comum onde há muitas chefias e gerências.
A violência moral do trabalho é um fenômeno internacional
segundo levantamento recente da Organização Internacional
do Trabalho - OIT com diversos países desenvolvidos.
As perspectivas são sombrias para as duas próximas
décadas do "mal estar na globalização", onde predominarão
depressões, angústia e outros danos psíquicos com
as novas políticas de gestão na organização de trabalho.
O basta à humilhação depende também da informação,
organização e mobilização dos trabalhadores. Um ambiente
de trabalho saudável é uma conquista diária possível
na medida em que haja "vigilância constante" objetivando
condições de trabalho dignas, baseadas no respeito
"ao outro como legítimo outro", no incentivo a criatividade,
na cooperação.
Denuncie Assedio Moral e Sexual. Anote as humilhações
sofridas, não converse com o agressor sem testemunhas.
Se você é testemunha de uma cena de humilhação no
trabalho supere seu medo, seja solidário com seu colega.
Você pode ser "a próxima vítima" e nesta hora o apoio
dos colegas também será precioso. Não se esqueça que
o medo reforça o poder do agressor!
Biografia: Cartilha Sexual Assédio Moral - "Chega
de Humilhação e Desrespeito" - Comitê de Mulheres
do Setor Gráfico do Estado de São Paulo.
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